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"Mas nada vai conseguir mudar!!!" |
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(Hebert Vianna)
Quando está escuro e ninguém te ouve
Quando chega a noite e você pode chorar
Há uma luz no túnel dos desesperados
Há um cais de porto prá quem precisa chegar
Eu tô na Lanterna dos Afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar oh! oh!
Uma noite longa prá uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas que já fazem parte
Do que eu sou agora mas ainda sei me virar
Eu tô na Lanterna dos Afogados
Eu tô te esperando
Ve se não vai demorar oh! oh!
Escrito por amanda e aline às 11h19
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Escrito por amanda e aline às 11h08
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Veja Quem Tem Razão
Você vive num quarto escuro e fechado e diz estar aberto para o mundo. Você diz que ninguém fala a verdade, no entanto, mente o tempo todo para você mesmo. Fala que ninguém o deixa viver em paz, contudo, vive cheio de agressividade. Você quer toda liberdade do mundo, porém, vive com medo de ser preso. Você grita que é forte e que sabe o que faz, mas, receia a própria sombra. Você pede para que lhe deixem voar, entretanto, vive fora do ar ou no fundo do poço. Você vive dizendo que quer ganhar muito dinheiro, todavia, queima tudo o que você ganha e o que tem. Você diz que precisa de uma chance, mas, joga todas as chances fora. Você vive dizendo que quer ter amigos, no entanto, não percebe que é seu maior inimigo. Você se diz muito esperto e que não leva desaforo para a casa, porém, aceita ser dotado por quem lhe escraviza. Você quer um pedacinho do Céu e não percebe que faz da sua vida um completo inferno. Você caminha a passos largos para a morte e diz que isso é vida.
DEPENDÊNCIA QUÍMICA SE COMBATE COM RAZÃO, AMOR E VERDADE.
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas,de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a idéia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. O termo droga envolve os analgésicos, estimulantes, alucinógenos, tranquilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis. As psicotrópicas, são as drogas que tem tropismo e afetam o Sistema Nervoso Central, modificando as atividades psíquicas e o comportamento. Essas drogas podem ser absorvidas de várias formas: por injeção, por inalação, via oral, injeção intravenosa ou aplicadas via retal (supositório).
Escrito por amanda e aline às 11h03
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OLha soh eu e a amandinha!!!
bjos aline...
Escrito por amanda às 08h59
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ahh gente fiko diveidido o testo a primeira parte tah embaixo e a otra aki..
bjos
Escrito por amanda às 08h55
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(i) Em seus comentários finais sobre as raízes dos estilos e ritmos musicais, David Tame, um não crente, com uma perspicácia "espiritual" freqüentemente não encontrada em muitos crentes atuais, toma posição contra a música rock: “Mais do que qualquer outra forma de uso indevido do som, é com o rock que temos que nos confrontar hoje. ... Trata-se de um fenômeno global; um compasso destrutivo, que bate e bate, repetidamente, e se ouve da América e da Europa Ocidental até a África e a Ásia. O seu efeito sobre a alma consiste em tornar quase impossível o verdadeiro silencio interior e a paz necessária à contemplação das verdades eternas. ...Quão necessário, nesta época, é terem alguns a coragem de ser os ‘diferentes’ e apartar-se da súcia que, há muito, vendeu a vida e a personalidade a este som... Creio inflexivelmente que o rock e todas as suas formas são um problema crítico que a nossa civilização precisa enfrentar... se quiser sobreviver...” (pág. 222) (Ênfase acrescentada)
Para o mundo é impossível separar-se das ilusões dos prazeres carnais; não existe o desejo e nem o poder para faze-lo, mesmo que o desejasse. Mas que razão temos nós, como cristãos, para ignorar a ordem do Senhor, para sairmos do mundo e permanecermos separados? Temos adotado a música do mundo em todas as suas formas destrutivas (no arranjo e no caráter), adicionamos versos cristãos a ela e pensamos que estamos prestando um serviço a Deus e que somos um testemunho de santidade a um mundo descrente.
Mais recentes pesquisas médicas (além das citadas por Tame) apóiam o conceito da suposta "neutralidade" da música:
(a) O Dr. John Diamond, conduziu uma exaustiva pesquisa dos efeitos médicos causados pela música. Ele notou que o homem é um ser rítmico no que diz respeito à respiração, à pulsação cardíaca, o pulso, a linguagem e o caminhar e, quando o ritmo da música corresponde ao natural deste corpo, produz sentimentos de êxtase, de prontidão e de paz e que fornece energia à mente e ao corpo, facilitando o equilíbrio e o autodomínio (Estas descobertas seculares também são apoiadas pela Bíblia – I Samuel 16:15-17 e 23)
Escrito por amanda às 08h55
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como a musca pode influenciar em nossas vidas
(a) Comentando sobre a origem moral da música rock, Tame diz: “A esta altura, já se tornava aparente certa fecundação cruzada entre a ‘nova música’ e o estilo geral do jazz e do rock. Constatou-se que as diferenças técnicas entre a música ‘séria’ e o jazz, rock ou qualquer outra forma de música moderna eram menos importantes do que o fator unificador de terem todas uma base filosófica mais ou menos igual: hedonismo e anarquia.” (pág. 111). (Ênfase acrescentada.)
(b) “Na indústria do rock, o dinheiro é, basicamente, a única coisa que importa; e, nessas circunstâncias, dirige-se a música não para cima (desenvolvendo a mente das pessoas e expandindo-lhes a consciência), mas para o mínimo denominador comum. A pergunta das perguntas é a seguinte: Venderá? O padrão do talento artístico não poderia ser menos importante.” (pág. 124)
(c) “Se esquadrinhássemos o globo em busca da música mais agressiva e indisfarçavelmente perniciosa que existe, é mais do que provável que nada encontrássemos, em parte alguma, que sobrepujasse o vodu nesses atributos. Ainda praticada na África e no Caribe, especificamente, como acompanhamento rítmico de rituais e orgias satânicas, o vodu é a quinta-essência do mal tonal. ... Seus múltiplos ritmos, em lugar de se unir num todo integrado, são executados como se conflitassem entre si. ... O certo é que ouvir esta música é tornar-se instantaneamente envolvido pelo som de seu poder lívido e cru. ... Musicólogos e historiadores não têm dúvidas de que os ritmos de tambores da África foram transportados para a América e ali transmitidos e traduzidos no estilo de música que veio a ser conhecido como jazz. Visto que o jazz e o blues foram os pais do rock and roll, isso também significa que existe uma linha de descendência direta entre as cerimônias do vodu africano, através do jazz, e o rock and roll e todas as outras formas de música rock hoje existentes.”(pág. 205)(Ênfase acrescentada.)
(d) “Num canto: os antigos e tradicionalistas; a convicção de que a música afeta o caráter e a sociedade e que, portanto, ao artista cabe a obrigação de ser responsavelmente moral e construtivo, e não imoral e destrutivo. No outro canto: os materialistas, repudiando a responsabilidade e a necessidade de julgamentos de valor, não dando atenção ao resultado de seus sons. O segundo campo contém não só a vanguarda radical, mas também toda a massa de músicos muito mais populares e culturalmente significativos do jazz e do rock. Quem, então, está certo? ... Os padrões da vida seguem, ou não, os padrões da música?”(pág. 146). Tame cita então uma exaustiva pesquisa que apóia completamente a tese dos tradicionalistas: que a música, em geral, pode ser e que o rock, especificamente é, uma influência negativa, tanto sobre o corpo quanto sobre a natureza moral do homem.
(e) “À pergunta: ‘A música afeta o corpo físico do homem?’, a pesquisa moderna replica de maneira claramente afirmativa. É difícil encontrar uma única fração do corpo que não sofra a influência dos tons musicais. ... Mostrou a investigação que a música influi na digestão, nas secreções internas, na circulação, na nutrição e na respiração. Verificou-se que até as redes nervosas do cérebro são sensíveis aos princípios harmônicos” (pág. 146-147). (Ênfase acrescentada.)
(f) “Descobriram os pesquisadores que acordes consonantes e dissonantes, intervalos diferentes e outras características da música exercem todos um profundo efeito sobre o pulso e a respiração do homem – sobre a sua velocidade e a regularidade ou irregularidade de seu ritmo. A pressão sanguínea é abaixada pelos acordes ininterruptos e elevada pelos acordes secos, repetidos” (pág. 147). [Descobriu-se também que a laringe é influenciada pelas melodias, que alguns estímulos musicais tem efeito negativo sobre os músculos esqueléticos, que o ritmo do rock pode causar a perda do perfeito ritmo cardíaco e que alguns ritmos podem causar uma doença rara conhecida como “epilepsia musicogênica” (existiam 76 casos documentados até o final de 1984), que causa um tormento tal que tem levado suas vítimas ao suicídio ou homicídio] (pág. 150-151). Podemos ver claramente que a música influi sobre o corpo de duas maneiras diferentes: diretamente, com os efeitos que o som produz sobre as células e órgãos e indiretamente, influenciando as emoções, as quais voltam a influenciar numerosos processos biológicos e corporais.
Julius Portnoy também descobriu que a música não apenas é capaz de “modificar o metabolismo, elevar ou diminuir a pressão sangüínea e influir na digestão”, mas que ainda “pode fazer todas essas coisas com maior sucesso e de maneira bem mais agradável do quaisquer outros estimulantes capazes de produzir as mesmas alterações em nosso corpo.” (pág. 149)
(g) Foi conduzida uma exaustiva pesquisa para examinar os efeitos da música na vida não humana: ou seja, animal e vegetal. Paradoxalmente como possa parecer, as experiências com as plantas a respeito dos efeitos da música sobre a vida são mais convincentes que as experiências sobre os seres humanos; a música tem influência sobre a vida biológica, que inclui a humana. Isto acontece porque, nas experiências com as plantas, os efeitos do pré-condicionamento subjetivos da mente têm a sua reação subjetiva à música, ou aos sentimentos pela música, ou aos gostos pessoais, são, evidentemente removidos. Se for possível demonstrar que a música (os arranjos) pode influenciar as plantas, então tais efeitos devem ser a causa direta da atuação dos tons e ritmos diretamente sobre as células e sobre os processos biológicos da vida (Também é evidente que é muito mais fácil manter um experimento controlado com plantas do que com seres humanos).
Os resultados das pesquisas com as plantas são solidamente a favor dos tradicionalistas. Não apenas a música rock detêm o crescimento de uma variedade de plantas mas, se tocado durante muito tempo, produz a sua morte. Mais extraordinárias ainda são as descobertas do Dr. T. C. Singh, responsável pela seção do Departamento de Botânica da Universidade de Annamalia, na Índia. Suas experiências não apenas tem mostrado que as formas musicais e alguns instrumentos (especificamente a música clássica e o violino) causam um veloz crescimento nas plantas, mas que as gerações seguintes das sementes destas plantas incorporam tais características em seus componentes genéticos (tamanho maior, maior número de folhas etc.). Presumivelmente o mesmo resultado pode resultar da música má, obviamente em sentido oposto. O possível significado desta descoberta do Dr. Singh deve colocar em alerta os fãs da música rock. (págs. 152-157).
(h) “Como a própria natureza humana, a música não pode, de maneira alguma, ser neutra em sua direção espiritual. ... basicamente, todos os empregos do tom [música] e todas as letras musicais podem ser classificadas de acordo com a sua direção espiritual, para cima ou para baixo. ... Para dize-lo com maior franqueza, a música se inclina a ser ou da treva ou da luz” (pág. 202) Em sua famosa obra As Leis, Platão lamentava a revolução musical de seu tempo e a sua “anarquia dissonante”: “Néscios, iludiram-se pensando que não havia certo nem errado em música – a qual seria julgada boa ou má pelo prazer que proporcionasse. Através de sua obra e sua teoria, eles infectaram as massas com a presunção de se considerarem juízes adequados. ... Acontecia que o critério não era a música, mas uma reputação de esperteza promíscua e um espírito de transgressão das leis.” (pág. 204
Escrito por amanda às 08h54
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Escrito por amanda às 11h21
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Objetivos dos conteúdos para os alunos: - Exercício de habilidades de classificação, organização e seleção de fatos; - Compreensão de que a história individual está inserida num contexto mais amplo; - Resgate e construção da história de vida de cada aluno;, da história da comunidade, da sociedade como um todo.
Objetivos da tecnologia para os alunos: - Estimular a auto-aprendizagem através do uso do computador;
- Garantir o acesso e uso de novas tecnologias
Escrito por amanda às 11h17
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corujinha bonitinha
Solte aquilo que te machuca...
Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e viu que dela haviam tirado um panelão de comida. O urso abraçou a panela com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade era o calor da panela. Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E quanto mais alto urrava, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a panela lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda urrava. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a panela. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar urrando. Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela!
(Autor Desconhecido)

Escrito por amanda às 11h05
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